conversa

Tem coisas que doem. Que vêm para o bem, que vêm para o mal. Mas a gente nunca sabe antes delas acontecerem, essa é a (des)graça. Todo passo que a gente dá pra frente deixa algo pra trás. Geralmente são coisas boas que deixamos, perdemos, abrimos mão, por outras coisas que julgamos ter maior valor. As escolhas são únicas, o que mata é saber qual foi a certa.

A questão é: você traça um objetivo e vai à luta. Mas e depois que você alcança seu objetivo? Não vai faltar nada? Eu não sei, e ninguém sabe. Ninguém sabe se aquilo que se pensa sentir não é uma projeção do próprio sentimento.

“Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não conseguir mais ver, entende?”

Aprendi que a maioria das pessoas são avencas. Que a gente conhece as pessoas esperando que elas não sejam avencas. Mas no fim, quase todas são. Tenho cedros em minha vida, cedros que fizeram eu derrubar as paredes e telhados para crescerem dentro de mim.Até porque inguém consegue ser um repolho pra sempre.

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