de um penhasco

Se você tem medo de enfrentar a vida, eu não tenho. Já abracei o mundo sozinha, fiz viagens incríveis e descobri coisas que só se sabe depois que se está do portão de casa pra fora. Isso não foram as causas, isso foram as consequências. Foi quando eu tomei a decisão mais importante da minha vida: estar feliz o máximo de tempo que eu puder.

Conheci pessoas maravilhosas, me apaixonei por muitas delas, mas meu coração sempre volta pro mesmo lugar: a minha felicidade. Isso não quer dizer que não teremos coisas ruins… teremos muitas. Mas, sabe, o preço é muito baixo perto da recompensa. Estar feliz é tudo que vale.

Eu não sinto medo de ser feliz com você estando lá em Fernando de Noronha ou três casas depois da minha. Eu não sinto medo de ser feliz com você assistindo um filme comigo ou cada um em uma balada. Eu não sinto medo de abrir a porta da minha casa e deixar o que tiver que acontecer, entrar. Eu não sinto medo de quebrar a cara de novo, e de novo, e de novo. Eu sei que vai valer a pena mesmo assim. Não importa que tudo dê errado, ainda teremos coisas boas pra contar.

Não foi assim, tão fácil, fechar a porta de casa e olhar a imensidão sozinha. É como pular de um penhasco sem saber o que vai ter lá embaixo: você pode dar de cara numa pedra e tudo acabar ali. E, ainda assim, serão os dez segundos mais incríveis da sua vida. Você também pode descobrir que lá embaixo tem um oceano imenso, só esperando o seu mergulho pra te mostrar mais um mundo inteiro de possibilidades. Mas você nunca vai saber se não pular.

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