perene

Coisas que já nasceram perenes, tempestade nenhuma derruba. Podem se passar trinta dias chuvosos, o sol sempre volta. Pra quem sente quando o “gostar” vem só da boca pra fora, e quando o gostar nunca precisou ser traduzido de forma nenhuma. Afinal, quem se esforça muito pra ser acreditado é porque precisa primeiro convencer a si mesmo.

Quando eu gosto, eu só gosto. Minhas maneiras de demonstrar e querer proteger quase nunca dão certo. Mas quem é de verdade, sente. E pra mim, é isso que importa: quem sente, quem aceita, quem retribui e quem permanece. Gostar não é descartável, gostar é reciclável: quando a gente acha que não tem mais jeito, inventa um novo gostar. E ele fica mais forte, mais bonito. Perene.

Às vezes, como hoje, bate uma vontade de contar pro mundo todo que a vida tá bonita, assim mesmo. Com todos esses tropeços, desviando de cada obstáculo e superando todas as dificuldades. Às vezes a gente desanima, mas a vida segue e a felicidade acorda junto no outro dia, gritando mais alto que no dia anterior.

Reciclei alguns amores e acabei dando ainda mais espaço pra felicidade.

Anúncios

Deixe uma resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s