Obrigada por ter feito eu colocar meus pés na grama

O trem nos trilhos, as asas nas costas.

Obrigada por ter feito as nuvens saírem da frente dos meus olhos, o peso dos meus ombros e a culpa de debaixo do travesseiro. Obrigada por ter ouvido, por ter falado, por ter abraçado, por ter rido e por ter chorado. Obrigada, principalmente, por ter xingado.

Aquele corredor, uns doze passos, dá significância a tudo isso. E é engraçado. Ele não é meu, nem teu. Fica num lugar tão improvável de se imaginar lá em março de 2011… mas os doze passos, que nos levam ao passado, ao futuro, às possibilidades, ao velho e ao novo, tudo numa ida, ou numa vinda, descendo ou subindo, eles serão repetidos com mais frequência. Quero acreditar que sim.

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